CAPÍTULO VI - UM MERGULHO NO PASSADO

 
Jacob iniciou-nos a ambos naquilo que futuramente iríamos fazer: perdoar-nos por tudo o que de mal tínhamos perpretado no passado, e localizar aqueles que tínhamos prejudicado, a fim de deles recebermos o perdão.
Ao sermos perdoados por aqueles que prejudicamos, sentimo-nos na necessidade de os ressarcir de todo o prejuízo que lhes tenhamos causado, e, nessa necessidade, procuramos atenuar os seus sofrimentos actuais.
 Assim, impelidos por essa necessidade de ressarcirmos os nossos débitos, mergulhámos no passado e inspeccionámos as nossas vidas passadas, auxiliados pelos nossos mentores.
Os nossos propósitos de ressarcir débitos tornaram-se, a par das frequentes incursões no umbral, juntamente com Jacob, a fim de auxiliarmos espíritos necessitados, aquilo que nos preenchia o tempo.
Íamos muitas vezes ao umbral em busca daqueles que tínhamos prejudicado, intentando auxiliá-los, se eles se encontrassem em situação difícil,  mas, se encontrássemos alguém em situação igual ou superior à nossa, suplicávamos-lhe a oportunidade de ressarci-lo através daquilo que nos pedisse.
Visitámos a Terra inúmeras vezes em busca de pessoas que tínhamos prejudicado no passado, tudo fazendo para as auxiliar a prosperar, tanto espiritual como materialmente, mesmo sabendo que o nosso auxílio nunca seria reconhecido por eles.  Deus tudo vê e tudo contabiliza, acrescendo de misericórdia os nossos débitos.
Passámos muito tempo a procurar, identificar e a ressarcir débitos antigos. No final da nosa peregrinação, festejámos o êxito desses trabalhos, elevando ao Alto a seguinte prece de louvor e gratidão:
"Pai misericordioso! Pai amabilíssimo! Por tanto tempo peregrinámos em busca de ressarcirmos os nossos débitos para com os teus filhos sofredores.  Sentindo-nos por Ti amparados, prosseguimos na certeza de que teríamos a Tua protecção! Hoje celebramos a vitória, e, na certeza de que foi graças a Ti que alcançámos êxito, agradecemos-te, lembrando-nos  que tudo aquilo que fazemos é por Ti que o fazemos. Graças Te sejam dadas! Que assim seja!"
No final da prece, juntos, iniciámos um novo tempo da nossa aprendizagem, ao lado de Jacob.
Durante muito tempo embrenhámo-nos na aprendizagem das missões a cumprir junto dos necessitados, tanto encarnados como desencarnados, deslocando-nos, sempre acompanhados por Jacob, aos locais onde estavam esses necessitados.
Íamos sempre juntos. O facto de nos agregarmos fortalece-nos intimamente e eleva-nos ao Alto o espírito, precisando nós dessa elevação para nos mantermos equilibrados perante situações tão deprimentes como aquelas que se nos depararam, aquando no umbral, em cumprimento dessas missões.
Jacob ensináva-nos a manter-nos em prece, e ao fim de algum tempo já  conseguíamos esse equilíbrio perante qualquer situação.
Deus, nosso Pai, infinitamente Justo e Misericordioso, proporciona-nos os meios para auxiliarmos, possibilitando-nos fazê-lo com o propósito de crescimento individual através da prática do bem.
Xingados pelos espíritos perturbados, mantínhamo-nos em prece, pedindo a Deus auxílio para eles e para nós. Orando, ficávamos fortalecidos, sentindo-nos gratos pelo facto de Deus nos permitir auxiliar e, simultaneamente, sermos auxiliados.
Os nossos propósitos de crescimento levaram-nos a um plano espiritual tão inferior que tudo lá era sombra, e onde  ouvíamos súplicas emitidas por entidades que aí viviam sob o jugo de espíritos dominadores. Nesses lugares tudo exala sofrimento.
Durante a nossa estadia nesse plano, estivémos sempre sob a protecção de Jacob. Ele estava habituado a frequentar locais como aquele e ensinou-nos a manter o nível vibratório necessário para sentirmos a presença de Deus. Assim, munidos de fé, ensinávamos aos espíritos interessados a palavra de Jesus, o Seu Evangelho, convidando-os a juntarem-se a nós numa prece de súplica ao Pai:
"Pai infinitamente Justo e Misericordioso! Nós, teus filhos, sofrendo as consequências das nossas acções passadas, arrependidos de termos causado sofrimento aos nossos irmãos, pedimos-te perdão. Somos devedores de tantos irmãos nossos! Suplicamos-te, Pai, perdão e misericórdia, a fim de, hoje mesmo, com o teu auxílio, iniciarmos uma nova caminhada para Ti."
Todos aqueles que, posternados, nos acompanharam na prece, elevaram-se o suficiente para seguirem connosco.
Jacob iniciou-nos a ambos naquilo que futuramente iríamos fazer: perdoar-nos por tudo o que de mal tínhamos perpretado no passado, e localizar aqueles que tínhamos prejudicado, a fim de deles recebermos o perdão.
Ao sermos perdoados por aqueles que prejudicamos, sentimo-nos na necessidade de os ressarcir de todo o prejuízo que lhes tenhamos causado, e, nessa necessidade, procuramos atenuar os seus sofrimentos actuais.
 Assim, impelidos por essa necessidade de ressarcirmos os nossos débitos, mergulhámos no passado e inspeccionámos as nossas vidas passadas, auxiliados pelos nossos mentores.
Os nossos propósitos de ressarcir débitos tornaram-se, a par das frequentes incursões no umbral, juntamente com Jacob, a fim de auxiliarmos espíritos necessitados, aquilo que nos preenchia o tempo.
Íamos muitas vezes ao umbral em busca daqueles que tínhamos prejudicado, intentando auxiliá-los, se eles se encontrassem em situação difícil,  mas, se encontrássemos alguém em situação igual ou superior à nossa, suplicávamos-lhe a oportunidade de ressarci-lo através daquilo que nos pedisse.
Visitámos a Terra inúmeras vezes em busca de pessoas que tínhamos prejudicado no passado, tudo fazendo para as auxiliar a prosperar, tanto espiritual como materialmente, mesmo sabendo que o nosso auxílio nunca seria reconhecido por eles.  Deus tudo vê e tudo contabiliza, acrescendo de misericórdia os nossos débitos.
Passámos muito tempo a procurar, identificar e a ressarcir débitos antigos. No final da nosa peregrinação, festejámos o êxito desses trabalhos, elevando ao Alto a seguinte prece de louvor e gratidão:
"Pai misericordioso! Pai amabilíssimo! Por tanto tempo peregrinámos em busca de ressarcirmos os nossos débitos para com os teus filhos sofredores.  Sentindo-nos por Ti amparados, prosseguimos na certeza de que teríamos a Tua protecção! Hoje celebramos a vitória, e, na certeza de que foi graças a Ti que alcançámos êxito, agradecemos-te, lembrando-nos  que tudo aquilo que fazemos é por Ti que o fazemos. Graças Te sejam dadas! Que assim seja!"
No final da prece, juntos, iniciámos um novo tempo da nossa aprendizagem, ao lado de Jacob.
Durante muito tempo embrenhámo-nos na aprendizagem das missões a cumprir junto dos necessitados, tanto encarnados como desencarnados, deslocando-nos, sempre acompanhados por Jacob, aos locais onde estavam esses necessitados.
Íamos sempre juntos. O facto de nos agregarmos fortalece-nos intimamente e eleva-nos ao Alto o espírito, precisando nós dessa elevação para nos mantermos equilibrados perante situações tão deprimentes como aquelas que se nos depararam, aquando no umbral, em cumprimento dessas missões.
Jacob ensináva-nos a manter-nos em prece, e ao fim de algum tempo já  conseguíamos esse equilíbrio perante qualquer situação.
Deus, nosso Pai, infinitamente Justo e Misericordioso, proporciona-nos os meios para auxiliarmos, possibilitando-nos fazê-lo com o propósito de crescimento individual através da prática do bem.
Xingados pelos espíritos perturbados, mantínhamo-nos em prece, pedindo a Deus auxílio para eles e para nós. Orando, ficávamos fortalecidos, sentindo-nos gratos pelo facto de Deus nos permitir auxiliar e, simultaneamente, sermos auxiliados.
Os nossos propósitos de crescimento levaram-nos a um plano espiritual tão inferior que tudo lá era sombra, e onde  ouvíamos súplicas emitidas por entidades que aí viviam sob o jugo de espíritos dominadores. Nesses lugares tudo exala sofrimento.
Durante a nossa estadia nesse plano, estivémos sempre sob a protecção de Jacob. Ele estava habituado a frequentar locais como aquele e ensinou-nos a manter o nível vibratório necessário para sentirmos a presença de Deus. Assim, munidos de fé, ensinávamos aos espíritos interessados a palavra de Jesus, o Seu Evangelho, convidando-os a juntarem-se a nós numa prece de súplica ao Pai:
"Pai infinitamente Justo e Misericordioso! Nós, teus filhos, sofrendo as consequências das nossas acções passadas, arrependidos de termos causado sofrimento aos nossos irmãos, pedimos-te perdão. Somos devedores de tantos irmãos nossos! Suplicamos-te, Pai, perdão e misericórdia, a fim de, hoje mesmo, com o teu auxílio, iniciarmos uma nova caminhada para Ti."
Todos aqueles que, posternados, nos acompanharam na prece, elevaram-se o suficiente para seguirem connosco.