Estagnei... fiquei no umbral, aí permanecendo durante longos séculos, sofrendo o desejo de vingança, atormentado pelos espírtos sequazes daquela entidade trevosa que mantinha às suas ordens um autêntico exército de espíritos perturbados.
Essa entidade é-me, na actualidade, espiritualmente superior. Servia-se de mim para concretizar acções nefastas contra aqueles que o tinham prejudicado na Terra, enquanto encarnado, no entanto muitas vezes ostentava e divulgava conhecimentos a respeito de Jesus, porque tinha sido clérigo e conhecia bem a Sua doutrina.
Uma vez, no decurso de uma missão, fui abordado por uma entidade luminosa que, falando-me da misericórdia divina, me envolveu em fluidos suavizantes para o meu coração endurecido. Registei essa ocorrência como positiva, no entanto continuei ao serviço da entidade das trevas.
Fiscalizando-me os trabalhos, ele apercebeu-se que eu tinha recebido fluidos de algum espírito de luz, e, acercando-se de mim, perguntou-me se eu tinha sido abordado por algum dos enviados d'Ele, ao que respondi afirmativamente.
Deus, Pai Infinitamente Misericordioso, permitiu-lhe sentir-me os fluidos pacificadores, e, ao senti-los, ele inclinou-se intimamente perante Deus, pedindo-lhe perdão.
Esse perdão foi-lhe concedido pelo Pai, no entanto, ele tinha prejudicado tantas pessoas! Essas pessoas, tanto encarnadas, como desencarnadas, sem suspeitarem, passaram, daí em diante, a ficar sob a sua protecção.
Jesus, nosso Irmão Maior, designou-o, elevando-o juntamente com outros espíritos cansados de sofrer e ansiosos por novas oportunidades de felicidade, para desenvolver estratégias a fim de resgatar os seus antigos sequazes.
Ao ficarem sob a sua protecção no umbral, aqueles espíritos tristes e perturbados reergueram-se, edificando-se intimamente e, simultaneamente, edificando-o, numa ligação de amor recíproco, fortalecida pelos trabalhos conjuntos a favor de quantos necessitados permitissem ser auxiliados.
Entretanto, enquanto eles progrediam, eu sentia-me excluído desse progresso, preferindo continuar a perturbar aquele que tinha sido responsável pela minha morte.
Fiquei no umbral, procurando sempre localizá-lo, tanto no mundo físico, encarnado, como na espiritualidade, desencarnado, encontrando-o num plano ou no outro, e perturbando-o tanto que, numa das encarnações, sofreu uma doença psíquica acabando por suicidar-se.
Estagnei... fiquei no umbral, aí permanecendo durante longos séculos, sofrendo o desejo de vingança, atormentado pelos espírtos sequazes daquela entidade trevosa que mantinha às suas ordens um autêntico exército de espíritos perturbados.
Essa entidade é-me, na actualidade, espiritualmente superior. Servia-se de mim para concretizar acções nefastas contra aqueles que o tinham prejudicado na Terra, enquanto encarnado, no entanto muitas vezes ostentava e divulgava conhecimentos a respeito de Jesus, porque tinha sido clérigo e conhecia bem a Sua doutrina.
Uma vez, no decurso de uma missão, fui abordado por uma entidade luminosa que, falando-me da misericórdia divina, me envolveu em fluidos suavizantes para o meu coração endurecido. Registei essa ocorrência como positiva, no entanto continuei ao serviço da entidade das trevas.
Fiscalizando-me os trabalhos, ele apercebeu-se que eu tinha recebido fluidos de algum espírito de luz, e, acercando-se de mim, perguntou-me se eu tinha sido abordado por algum dos enviados d'Ele, ao que respondi afirmativamente.
Deus, Pai Infinitamente Misericordioso, permitiu-lhe sentir-me os fluidos pacificadores, e, ao senti-los, ele inclinou-se intimamente perante Deus, pedindo-lhe perdão.
Esse perdão foi-lhe concedido pelo Pai, no entanto, ele tinha prejudicado tantas pessoas! Essas pessoas, tanto encarnadas, como desencarnadas, sem suspeitarem, passaram, daí em diante, a ficar sob a sua protecção.
Jesus, nosso Irmão Maior, designou-o, elevando-o juntamente com outros espíritos cansados de sofrer e ansiosos por novas oportunidades de felicidade, para desenvolver estratégias a fim de resgatar os seus antigos sequazes.
Ao ficarem sob a sua protecção no umbral, aqueles espíritos tristes e perturbados reergueram-se, edificando-se intimamente e, simultaneamente, edificando-o, numa ligação de amor recíproco, fortalecida pelos trabalhos conjuntos a favor de quantos necessitados permitissem ser auxiliados.
Entretanto, enquanto eles progrediam, eu sentia-me excluído desse progresso, preferindo continuar a perturbar aquele que tinha sido responsável pela minha morte.
Fiquei no umbral, procurando sempre localizá-lo, tanto no mundo físico, encarnado, como na espiritualidade, desencarnado, encontrando-o num plano ou no outro, e perturbando-o tanto que, numa das encarnações, sofreu uma doença psíquica acabando por suicidar-se.