CARMA

30-04-2013 00:00

Irmãos,

O amor de Deus vos abençoe.

CARMA é o tema de hoje.

Os nossos passados ergueram muros entre nós. O amor de Deus possibilitou-nos a oportunidade do reencontro. Ao nos reencontrarmos, unidos como servidores de Jesus, ressarcimos os débitos de nossas vidas pregressas. Os efeitos de actos vossos e nossos estão assim a ser reequilibrados.

Tudo aquilo que nos acontece é por causas próprias. Essas causas estão muitas vezes esquecidas nas memórias internas. Essas causas foram a origem dos nossos sofrimentos. Cada filho de Deus sofre unicamente o efeito de suas causas. Apenas. Ao sofrermos esses efeitos, esquecidos das causas, julgamo-nos vítimas de injustiça. É impossível a injustiça! Deus é justo!

O carma pode acumular-se ao longo de várias encarnações e dissipar-se numa só. Aquelas pessoas que sofrem muito, sem causa aparente, estão a ter a sua oportunidade de ouro: estão a dissipar carma.

Aquelas pessoas que provocam sofrimento terão o efeito desses actos: cada filho de Deus colhe aquilo que plantou.

Quando vedes uma criança sofrer, ficais revoltados – é difícil ver! Ao ir ao registo das memórias dessa criança, encontra-se a causa desse sofrimento no seu passado. Não penseis porém que aquele que a faz sofrer passará impune! Também esse irá sofrer o efeito dos seus actos.

Caminhamos juntos e juntos praticamos boas ou más acções. O carma pode assim ser colectivo. Quando um grupo grande ou pequeno de filhos de Deus sofre, é porque no seu passado praticaram crimes de equivalente gravidade.

Os sofrimentos de hoje têm causas próprias no passado. Deus é justo!

Wagner.